Dados da Fazenda:

Fazenda: Fazenda Mangabeira

Proprietário: Gilza Calumby Barretto da Cruz

Telefone: (79) 9988 0752

Site:

Endereço:

Cidade: Japaratuba

CEP:

Responspavel Técnico: Gustavo Barretto da Cruz

E-mail: gustavo@gwscv.com.br

Histórico: FAZENDA MANGABEIRA E O SANTA GERTRUDIS Tudo começou no ano de 1979 quando Eduardo Rodrigues Porto da Cruz adquiriu os primeiros exemplares do gado Santa Gertrudis, tendo como base do rebanho a linhagem dos melhores criatórios do Brasil – King Ranch, Campos Sales, Carson Geld, Luiz Bannwart, Jorge Rudney Attala. Em 07 de março de 1979, passou a pertencer à Associação Brasileira de Criadores de Santa Gertrudis, com o número de rebanho 465. Nosso primeiro grande reprodutor, “Oitenta da Angélica”, era filho de TSI-1-49/9 (King Ranch Inc.) com FS-6-1233 (Campos Sales). Nosso primeiro nascimento se deu no dia 06.11.79, uma fêmea, filha de TS-218-41(filho de TSI-582-3587 – Nine Bar Ranchcom FS-218-09 – Fernando Muniz) e de FS-97-309 (Fazenda Pau D’Alho - Carson Z. Geld), esta filha de TS-1-1/31 (King Ranch) e FS-97-67 (Carson Geld). O encontro com o Santa Gertrudis foi amor à primeira vista. Fomos os introdutores da raça no Estado de Sergipe, fazendo sua divulgação, participando de diversas exposições na década de 80. Sempre acreditando na sua potencialidade pois sabíamos a qualidade do que criávamos, continuamos divulgando e selecionando a raça. Na década de 90, investimos em novos sangues, introduzindo no nosso rebanho a linhagem Perry Bass “Linhagem Americana”, registro USA-0555-70-0-53 e USA-00843-5/557. Hoje, 33 anos depois, continuamos criando e vendo a evolução da raça, observando o seu grau de importância para a pecuária brasileira, principalmente quando analisamos os quesitos precocidade, rusticidade, qualidade de carne e pela sua capacidade de adaptação à diversidade climática brasileira, fato este por nós comprovado posto que criamos a raça tanto no litoral como no semiárido sergipano. Permanecemos com o mesmo ânimo de quem está começando pois acreditamos que a evolução da pecuária moderna necessita muito do que a raça dispõe. Com o advento da cana-de-açúcar em nosso Estado no ano de 2005, entramos nesse segmento, sendo necessário diminuir o rebanho. Com a morte do criador Eduardo Rodrigues Porto da Cruz no ano de 2009, um grande apaixonado pela raça, sua viúva Gilza Cruz e seu filho Gustavo decidiram que não poderiam deixar a chama do Santa Gertrudis se apagar no Estado de Sergipe e deram continuidade ao rebanho. Parabenizamos a Associação Brasileira de Criadores de Santa Gertrudis que completou 50 anos de fundação no ano de 2011, estando ao seu lado para o desenvolvimento e divulgação da raça em todo o Brasil e na Região Nordeste. Gustavo Barretto da Cruz